Redação
A construção do Bus Rapid Transit (BRT) em Cuiabá, que substituiu o antigo projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), enfrenta novos impasses. O consórcio responsável pela execução das obras não cumpriu com o cronograma estabelecido, concluindo apenas 18% dos trabalhos previstos até o momento. Diante desse cenário, o governo do Estado de Mato Grosso anunciou a rescisão amigável do contrato para evitar mais atrasos e prejuízos para a população.
A implementação do BRT é vista como uma solução fundamental para modernizar o transporte público da capital mato-grossense. No entanto, os constantes atrasos e dificuldades têm causado transtornos diários aos cidadãos. Diante da situação, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, sugeriu ao governador Mauro Mendes que a licitação da obra seja fracionada em lotes e entregue a diferentes empresas locais. A proposta tem como objetivo acelerar a execução dos serviços, estimular a economia estadual e gerar mais empregos.
Para Russi, a demora na conclusão do novo modal impacta diretamente na qualidade de vida da população. "Cada minuto perdido no trânsito, cada ônibus que não chega no horário e cada rua interditada sem solução imediata representam um problema real para os cidadãos. O BRT é uma obra essencial e um compromisso que precisa ser honrado", afirmou.
As dificuldades na execução do projeto refletem um histórico de impasses no sistema de transporte da capital, que deveria ter sido modernizado desde 2014. Agora, com a necessidade de uma nova licitação, a expectativa é que o governo estadual estabeleça prazos claros e apresente soluções eficientes para garantir a conclusão do BRT dentro do menor tempo possível. A população cuiabana aguarda respostas e medidas concretas para que essa novela chegue ao fim.
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